sexta-feira, 24 de junho de 2016

Culpa do PT!

Se o PT não tivesse destruído o Brasil, não haveria tanto brasileiro fugindo para o Reino-Unido. O que não provocaria o aumento da xenofobia britânica em relação a essa gente desclassificada chegando de baciada. O que não levaria a essa medida drástica do rompimento com a União Européia.

Petralhada destruindo até os pilares da civilização. Essa gente precisa ser parada!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Calhamaço


Por conta da inquestionável praticidade, tornei-me um adepto incondicional do e-book. O suporte que mais utilizo para ler livros é o smartphone, uma vez que não gosto de ficar carregando 2 gadgets.

Hoje estou começando a leitura de mais um livro, presente da Flavia, dessa vez físico mesmo. Fazia tempo que não lia um livro físico. A sensação de pegar o livro de mais de 700 páginas para ler, aquele calhamaço a ser explorado, navegado... 

Senti-me uma criança diante de um brinquedo novo. Sensação muito agradável!

Sobre o livro, "A vida dos grandes compositores" de Harold c. Schonberg

'A música', diz Schonberg, 'é uma arte em contínua evolução e, a despeito de sua grandeza, nenhum gênio jamais deixou de ser influenciado por seus predecessores'. 
Neste livro, Harold Schonberg traçou uma linha entre compositores famosos por meio de uma série de fascinantes capítulos biográficos.
Os personagens importantes da 'verdadeira' música - Bach, Handel, Mozart, Beethoven, Chopin, Verdi, Wagner, Mahler e outros - estão inclusos, e suas vidas entrelaçadas formam uma trama rica em detalhes e histórias interessantes, tornando mais fácil a compreensão do leitor sobre a obra de cada compositor.
Todos os grandes compositores estão inclusos, e podemos encontrar, também, capítulos sobre as escolas nacionalistas e da chamada música leve de autores vienenses, como os Strausses, Sir Arthur Sullivan, Offenbach e outros.
(Fonte: Saraiva)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sociedade psicopata

Nossa sociedade é psicopata porque ela valoriza quem não tem empatia. Pessoas que se preocupam com os demais, que olham os menos favorecidos com compaixão geralmente são tidas como fracas, “comunistas”. Pessoas que colocam o sucesso pessoal acima de qualquer efeito colateral que isso cause, que ignoram as consequências na sociedade das suas atitudes, que olham os mais desfavorecidos como pessoas de má índole, preguiçosas e que, no limite, devem ser eliminadas (calar o outro é uma forma de eliminação), são pessoas desprovidas de empatia, fruto dessa cultura psicopata.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Religião e baratas


Com religião somos baratas. Sem religião, baratas tontas. Mas, com ou sem religião, como as baratas, não enxergamos. A religião nos passa a falsa impressão de que finalmente estamos enxergando algo.

Mozart na infância

- Felipe, quer ir em um concerto com seu pai?
- Ópera de Mozart, eu especifico.
- Mozárti?
- Não, Môzarti!
- As pessoas ficam cantando, explica a mãe.
- Não quero. E emenda: eu conheço esse cantor!
- Compositor, corrijo, e cantarolo um trecho do Rondó Alla Turca.
- Essa eu conheço, mas não era essa.
- Ah, já sei! Cantarolo o início da Sinfonia No. 40.
- Essa!!!

domingo, 5 de junho de 2016

Chegadas e partidas

Que frustração quando estando sentado no trono vai-se a energia elétrica e ficamos no escuro. Já não será mais possível aquela fugaz conferida no que sobrou de há pouco antes do pressionamento da descarga.
E por que somos afligidos por essa compulsão do rápido olhar antes do passamento? Seria o irrefreável sentimento de saudade que nos acomete de algo em nós que, nem bem chegou, já está partindo?

sábado, 4 de junho de 2016

Viva o Waze

O Waze é realmente uma beleza.

Fui à Fundação das Artes em São Caetano utilizando-o. Embora eu conheça as várias alternativas para se chegar lá, segui suas sugestões. Na volta, menos de 10 minutos depois de chegar à Fundação, como o Waze não conseguia ler as rotas, resolvi fazer o caminho mais curto, independente do trânsito encontrado porque não queria ficar me estressando com tentativas de encontrar vias menos congestionadas. Durante o percurso da Fundação das Artes até a Fundação Santo André, fiquei mais tempo parado no congestionamento que me movendo no trânsito. Da Fundação Santo André até minha casa o trânsito fluiu na normalidade, apesar de alguns picos de trânsito ruim.


Conclusão: 17 minutos na ida e 35 minutos na volta.